sexta-feira, 1 de julho de 2011



Texto: Bárbara Grebe
Foto: Alex Slaib

A última pesquisa semanal feita pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra a diferença dos preços cobrados nos postos de gasolina de Niterói. De acordo com a agência de pesquisas é cobrado em média na capital nacional do petróleo R$ 3,057 pela gasolina, quase 30 centavos a mais do valor que um consumidor paga em média pelo combustível na região oceânica.

Por exemplo no bairro de Icaraí o valor máximo cobrado em um posto localizado na rua Jornal Irineu Marinho é de R$ 2,999, vinte centavos a mais da média da grande Niterói. Hoje está calculada a média da cidade em R$ 2,835, segundo a pesquisa feita entre os dias 19 a 25 de junho publicada no site oficial da agência reguladora. Já o preço mínimo está sendo cobrado no valor de R$ 2,679 também no bairro de Icaraí. Nos demais postos a gasolina é cobrada regularmente entre esses dois valores.
Em um posto da avenida Feliciano Sodré, no Centro, o etanol é cobrado R$ 1,998 e o valor mais alto pode ser encontrado em São Lourenço chegando até R$ 2,398. 

O levantamento de preços realizados no Brasil entre os dias 6 e 10 de junho constatou que a gasolina comum que contém 25% de etanol anidro, foi de R$ 2,777 o litro, com redução de 0,79%, em relação a primeira semana desse mês. 

O objetivo da pesquisa é orientar o consumidor na hora da compra dos combustíveis e prevenir contra as praticas nocivas, como a formação de cartel. A ANP declarou em nota que a agência responsável pelas pesquisas não regula os preços dos combustíveis, no Brasil os preços cobrados estão totalmente liberados desde 2002. A empresa acompanha o comportamento dos preços praticados pelo mercado com pesquisa semanal e amostral, feita em 555 localidades no país, de acordo com procedimentos estabelecidos pela Portaria ANP n° 202 de 15 de agosto de 2000.

PREÇOS ABUSIVOS EM MACAÉ

O Ministério Público Federal instaurou inquérito em novembro de 2010 na cidade de Macaé por conta dos preços abusivos cobrados nos postos da região. A pesquisa que ainda está em fase de apuração, provavelmente convocará os proprietários dos estabelecimentos para prestarem esclarecimentos ao MPF.

Projeto do secretário Fábio Coutinho realiza mini-curso gratuito de segurança.

Texto: Bárbara Grebe


Começou ontem na Secretaria Regional de Piratininga o curso de capacitação em segurança e prevenção de incêndio liderado pelo secretário Fábio Coutinho. O projeto que reúne 45 alunos é destinado para pessoas de toda região oceânica, diretamente ligadas aos profissionais de segurança que atuam em prédios comercias, residenciais, shoppings e condomínios, com objetivo de ensinar a manusear aparelhos extintores e prevenir assaltos nos locais. 

O curso que tem a duração de 4h diárias vai contar com o apoio da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. O tópico de segurança será debatido em sala de aula e os assuntos serão ministrados pela PM, já as aulas de primeiros socorros e brigada de incêndio serão orientadas pelo Corpo de Bombeiros. É o segundo seminário realizado pelo secretário, o primeiro projeto foi realizado em setembro do ano passado com a duração de uma semana. O encerramento do mini-curso conta com uma aula prática na próxima quinta-feira, dia 30, no Corpo de Bombeiros em Itaipu a partir das 13h.

“ Nosso objetivo é capacitar as pessoas responsáveis pela portaria dos condomínios para que eles tenham noção de segurança, na área da recepção vamos focar muito na parte do atendimento ao público e muita atenção na entrada de pessoas estranhas nos prédios”, explicou Fábio. 

Segundo o secretário os formandos irão receber um certificado autenticado com a participação e conclusão do curso.

Vereador promove audiência pública a favor da permanência do ZooNit.

Texto: Bárbara Grebe

Nesta terça feira, 08 de junho, será realizada uma audiência pública no Plenário da Câmara dos Vereadores de Niterói para tratar e resolver a situação da Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit), o debate será às 20h promovido pelos vereadores Magaldi e Zaff.

A audiência reunirá a diretora da Instituição Giselda Candiotto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), os vereadores e o presidente da Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur) José Hadad, principal fornecedor da verba do ZooNit, que investe cerca de R$ 28 mil mensal para a manutenção dos animais e do espaço.
“Niterói está perdendo o Zoológico, um local atrativo, acho que é uma perda muito grande, principalmente para as crianças. Não temos nada recreativo no bairro do Fonseca, a intenção é sensibilizar as autoridades pra tentar manter o mini-zoo. Vamos tentar fazer com que não acabem com o ZooNit, pois ele está sendo muito prejudicado”, disse o vereador Magaldi.

De acordo com a diretora da Instituição, faixas serão expostas na frente da câmara e do horto com a fotografia do leão Yuri, animal que foi transferido pelo Ibama levado do ZooNit para o Zoológico de Brasília e sacrificado há pouco mais de um mês. A justificativa para a sacrífico do leão inicialmente foi uma contaminação de um vírus da imunodeficiência felina (FIV). A capital federal ainda não enviou documentações com o laudo de necropsia do felino, solicitado pelo advogado do Zoológico Rubens Mattos.
“Estão sacrificando nossos animais, estamos lutando, se já tivessem julgado a favor do zoológico isso já teria acabado. Animal transmite sentimento, não tem como não se sensibilizar. O Ibama foi convidado para a audiência, esperamos que eles compareçam para esclarecer toda essa injustiça”, reclamou Giselda.

A “Ação Popular” que resolveria o destino dos 200 animais que ainda restam no Zoológico, ainda não foi julgada pela 3° Vara Federal de Niterói, segundo a diretora da unidade essa audiência seria um impasse para resolver a situação do ZooNit com o Ibama e o veredito com o destino do Zoológico.

A intenção do vereador é realizar projetos após o fim a decisão do Juiz. A ampliação em torno do local e se possível transferir o ZooNit para a área da Secretaria do Estado, transformando um uma grande praça igual ao Campo do São Bento. A intenção da reforma é para que haja mais espaço para os visitantes e mais conforto aos animais.
“Se a gente perder esse zoológico, não teremos a chance de ter outro aqui em Niterói, estamos trabalhando a favor dessa causa”, concluiu Magaldi.

Niterói vacina crianças contra Polio e Sarampo neste sábado.


Texto: Bárbara Grebe

Neste sábado (18-06) das 8 às 17h, a coordenação do Programa Municipal de Imunização, da Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai participar da Primeira Etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite. Nessa mesma data, terá início a Campanha Contra o sarampo. A vacina estará disponível nos 95 postos de vacinação do estado, distribuídos por todas as unidades básicas de saúde, policlínicas comunitárias e regionais, módulos do Programa Médico de Família (PMF) em escolas, igrejas e e creches dos municípios. A meta é imunizar as crianças com até 4 anos contra a poliomelite num só dia.

A poliomelite ou paralisia infantil é uma doença infecto contagiosa viral aguda, caracterizada por quadro de paralisia flácida, de início súbito que acomete em geral nos membros inferiores. A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, fazendo-se essa transmissão por vias faceal-oral ou oral-oral, através de gotículas ao falar, tossir ou espirrar. Já o sarampo é uma doença viral, extremamente contagiosa, transmitida pelo contato direto com pessoas contaminadas através das secreções respiratórias ao tossir, falar ou espirrar. Os sintomas são as pintinhas vermelhas na pele, febre, coriza e conjuntivite.

A campanha contra o sarampo vai até o dia 22 de julho para as crianças de zero a seis anos. A meta é imunizar com a vacina tríplice viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba. 

É necessário que os pais levem os cartões de vacinação das crianças e mesmo com a vacinação em dia as crianças devem ser levadas aos postos. Em cada posto será realizada uma triagem para avaliação da situação vacinal e indicação de cada vacina, de acordo com a idade da criança. Foram disponibilizadas 350 mil doses da vacina para que o estado imunize cerca de 244.666 crianças.

Pesquisador da UFF afirma que a junção de 2 bactérias causou o surto alemão (E.coli).





Texto: Bárbara Grebe
Fotos: Alex Slaib

O pesquisador e professor de Microbiologia do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense, Aloysio de Mello Figueiredo Cerqueira afirmou que a causa do surto alemão que já matou mais de 30 pessoas se originalizou na junção de duas bactérias. A amostra que foi detectada nos países europeus há pouco mais de 5 semanas é um híbrido de duas estirpes patogênicas, a Escherichia coli enterohemorragica (EHEC) e a Escherichia coli enteroagregativa (EAEC), explicando o motivo da bactéria ter se tornado mais agressiva.

A EHEC pertence a um esse grupo de bactérias que foi identificado pela primeira vez no início dos anos 80 nos Estados Unidos, porém ela tem distribuição mundial. O professor que já estuda a E.coli há mais de 15 anos explicou que existem vários subgrupos, e que a junção da EHEC causadora da diarreia hemorrágica e a EAEC associada a diarreia crônica, explicou que as duas juntas facilitaram uma maior liberação e absorção da toxina nos hospedeiros infectados. A toxina causa efeitos gravíssimos, ocasionando a morte, quando prejudicada a circulação, coloca a vida do paciente em risco. Começando pela insuficiência renal aguda, a hipertensão arterial e anemia, causando a queda do número de plaquetas podendo levar à hemorragia. A insuficiência renal aguda leva à um acúmulo de substâncias tóxicas na corrente sanguínea, que geram outras sequelas.

A amostra que foi identificada na Alemanha tem um sorotipo dentro de sua espécie e que é diagnosticada pela sigla 0104H4. Cada bactéria hospeda um vírus dentro de si própria. As pesquisas realizadas até hoje foram para detectar a origem do surto, mas ainda existem dúvidas se é de origem animal ou humana, onde até agora não há confirmações. Essa cepa enteroagregativa e uma categoria extremamente diversificada, os humanos podem ser portadores assim como os animais, sendo assim um assunto muito questionado ainda pelas autoridades alemães. Se o caso da E.coli fosse um tipo de enterohemorragica típica, as confirmações seriam do tipo animal, mas até agora ainda não foi descoberta a origem do surto. O que se pode afirmar até agora é que o adubo usado nas plantações e cultivos estavam contaminados.

CONTAMINAÇÃO

O governo da Alemanha anunciou que sementes germinadas causaram a contaminação da epidemia bacteriana E.coli, que seriam os brotos de feijão que foram ingeridos e estariam contaminados. O surto que já matou mais de 30 pessoas na Alemanha já atingiu mais de 14 países. “Não existe comercialização de exportação do Brasil com a Alemanha. A população não precisa se preocupar, porque a exportação é somente de carne, os brotos não são comercializados, a preocupação é que alguém se contamine por lá e traga essa bactéria para se manifestar aqui, mais ainda não temos riscos imediatos, nossos alimentos são produzidos aqui, então não há motivo para se desesperar. O que é colocado são outras formas da bactéria se chegar, o contato entre pessoas contaminadas ou o contato direto com o animal. Por isso a higiene é o melhor meio de prevenção”, explicou o pesquisador.

Aloysio explicou também sobre a contaminação direta, de pessoa pra pessoa, que existem as doses infectantes na transmissão da bactéria. Por exemplo, a bactéria Bhigella, é necessário que se ingira mais ou menos 100 bactérias para a contaminação, já a Cólera necessita de 10 bilhões para se manifestar, o que se conclui que a E.coli necessita de um número muito pequeno, pois a contaminação na Europa esta cada vez mais se alastrando, principalmente nos meios familiares. 

A professora e participante ativa da pesquisa Márcia Soares Pinheiro, explicou o curioso fato da bactéria se manifestar na maioria das vezes em mulheres, o fato das mulheres procurarem pelos alimentos mais naturais, e na maioria das vezes escolher do cardápio alimentos que emagrecem de formas mais intensas, o que está associado ao broto de feijão, por conta dos hábitos e que está culturalmente comprovado a procura por esse tipo de alimentação fez com que o percentual da doença atinja diretamente as mulheres.

Absurdo nos preços cobrados nos estacionamentos de Niterói

Texto: Bárbara Grebe
Foto: Bruno Eduardo Alves

Inúmeros clientes vem reclamando das taxas abusivas cobradas nos estacionamentos dos shoppings de Niterói. A lei que foi publicada em 6 de janeiro desse ano que determinava a proibição da cobrança mínima de horas nos estacionamentos particulares e dos shoppings do Rio, foi julgada inconstitucional pelos desembargadores do órgão Especial Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) há mais ou menos 2 meses atras. 

Desde então os estacionamentos vem cobrando preços altíssimos nos estabelecimentos públicos, fazendo com que os clientes dos shoppings paguem taxas absurdas por permanência no local. A lei sancionada em janeiro também proibia a cobrança de multas para os motoristas que perdiam o comprovante de entrada nos estacionamentos. “ O ideal seria que os shoppings fizessem uma promoção para os clientes, se fizéssemos compras até um determinado valor ficaríamos isentos da taxa de cobrança do estacionamento. Há um tempo atrás recebi um e-mail do Plaza Shopping falando sobre isso, mas nunca vigorou. Não acho correto o preço que é cobrado. Não tem cabimento, mas infelizmente não tem outra saída ”, reclamou Rafael de 27 anos, cliente do estabelecimento.

Os Plaza Shopping cobra o valor de 7 reais na permanência de 4 horas, superior a isso é cobrada a cada hora mais 4 reais, dando para seus clientes a tolerância de 15 minutos. O Niterói Shopping tem a tabela de que nas primeiras 2 horas é cobrado o valor de 2 reais, a partir de 2 horas é cobrado 2 reais para cada hora, com tolerância de 20 minutos. Já o Bay Market disponibiliza para seus clientes cada 30 minutos o valor de 2 reais, totalizando 8 reais a cada 2 horas e o shopping não disponibiliza tempo de tolerância.

O Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (PROCON) informou que é livre essa iniciativa nas taxas de cobrança dos estacionamentos públicos e particulares. Não há legislação específica que coordene os valores cobrados. “Não é de hoje que vivemos essa luta, é uma lei pra ser julgada pelo TJ-RJ, essa ação está no Superior Tribunal de Justiça de Brasília e já saiu da defesa estadual. O assunto está sob judicie, essa liminar foi derrubada pelo Tribunal e o Procon não tem autoridade para intervir. Infelizmente enquanto isso não se regularizar os estacionamentos poderão cobrar o que quiserem. Lamentavelmente essa é a situação hoje, “ explicou o Coordenador Geral do Procon, Cacau de Brito. 

O coordenador informou também que em alguns estados do Brasil os estacionamentos não são cobrados, na Bahia e no Paraná a Justiça do estado decidiu que as taxas não poderiam ser cobradas.

Zoológico de Brasília faz campanha para retirar o leão Dengo do ZooNit.

Texto: Bárbara Grebe


O Zoológico de Brasília anunciou nesse último final de semana uma campanha para retirar o leão Dengo da Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit). A intenção do Zoo do DF é para que o leão volte a conviver com sua parceira Elza, levada no dia 16 de fevereiro para Brasília após determinações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). 

A dupla que foi separada há quatro meses dividiam há 8 anos a mesma jaula no ZooNit. Após a separação do casal o leão Dengo apresentou sinais de depressão, perdendo o apetite e emagrecendo 8kg. Segundo a diretora do ZooNit, Giselda Candiotto, os sinais depressivos no animal começou ser apresentado após a retirada da leoa. “Não vamos deixar que eles levem um dos nossos últimos leões, só temos o Dengo e o Sansão, eles vão acabar morrendo na mão deles, como aconteceu com o Yuri. Vamos mobilizar a justiça e a população, precisamos continuar com o abaixo-assinado pedindo a devolução dos animais que já foram levados para outras entidades, estamos com muita esperança”, disse Giselda.

A diretora informou também que o laudo que explica a morte do leão Yuri ainda não foi emitido pelo Zoo de Brasília. A direção do ZooNit exige explicações sobre a morte do animal que foi sacrificado no dia 4 do mês passado, mas até agora a Delegacia do Meio Ambiente de Brasília não enviou nenhum documento com a biópsia oficial. 

O Zoológico de Niterói abrirá as portas no próximo final de semana com a entrada gratuita. A motivação é para que o Zoo continue arrecadando assinaturas para impedir o fechamento da instituição. “ Não podemos perder este espaço onde nossos animais são sempre muito bem tratados! Estamos correndo o risco de perder também a Elza, pois, segundo testemunhas do próprio Zoo de Brasília ela também seria sacrificada. Não podemos permitir tamanha crueldade e falta de consciência. Temos que estancar e dar um basta nas ações auto executoriais do Ibama, nós confiamos na justiça”, explicou Giselda.

20 anos da Banda Niteroiense “Colorado Country”




Texto: Bárbara Grebe

Nessa próxima sexta-feira, dia 10 por volta das 20h, no Clube Canto do Rio, Centro de Niterói a banda Colorado Country fará uma apresentação especial para celebrar os 20 anos de carreira. No repertório todos os grandes sucessos da banda, composições clássicas e o Hino da Cidade “Niterói City”.

Há 20 anos no cenário country /rock a banda toca uma mistura do nacional com o internacional, mostrando o estilo folk, que significa música do povo. Com mais de 700 shows pelo Brasil, a banda que surgiu em 1991 começou sua trajetória no Deuerê, um famoso bar em Pendotiba. Em 1992 um show que ficou marcado na história dos integrantes foi o Festival Internacional Contry in Rio, realizado no Rio Centro, Zona Oeste do Rio.

Ao longo dos anos a banda que já gravou três discos e que é composta por cinco integrantes, Luiz Otávio (vocal), Tatoo (guitarra e banjo), Ednei (baixo), Neneco (guitarra e mandolin) e Adriano Guimarães (bateria), foi crescendo e participando de alguns festivais.
“A gente gosta de tocar o country. Tivemos uma realização que mexeu com nossa banda, tocar em Barretos e no Teatro Municipal de Niterói em 2009, foi uma conquista inesquecível, misturar o rock com o country é sensacional, a galera precisa conhecer esse ritmo, temos expectativas maiores em relação aos shows, e vamos lutar pra continuar na estrada fazendo o melhor sempre”, contou o compositor e produtor executivo Luiz Otávio (Tavinho).

O vocalista contou também o amor pela cidade de Niterói e a composição da música “Nikiti City”. “A cidade nos inspira para fazer canções como essa, Niterói pra mim é uma grande inspiração”, contou emocionado o vocalista. Com a ajuda do cantor e compositor Marcos Sabino, o clássico mais pedido da banda, foi sucesso nos anos 90 e acabou levando a melodia para as rádios.

Segundo o integrante Tavinho, a intenção da banda é fazer um grande show no mês de setembro, bater recordes de vendas no Teatro Municipal e comemorar com classe essas 2 décadas de carreira. Um show de comemoração também acontecerá no dia 18 às 21h, no Bar Velho Armazém em São Francisco. Para contratar a banda o telefone de contato é 9247-1592.

Escola Municipal em Icaraí proíbe a entrada de ex alunos por medida de segurança.

Texto: Bárbara Grebe

A Escola Municipal Paulo de Almeida Campos, em Icaraí, proibiu a entrada no local de ex alunos, ex funcionários e pais de ex alunos por tempo indeterminado.

Segundo denúncia feita ao jornal A TRIBUNA, o pai de um ex aluno foi “barrado” na porta da escola, após ter ido até o local para buscar a filha de sua vizinha nessa última quinta-feira. O homem foi informado pela portaria do colégio que a entrada dele não seria permitida.

“Eu acho isso um absurdo, daqui a pouco vou ter que mentir pra poder ter acesso a instituição, não creio que isso venha a resolver alguma coisa, deveria existir um meio de identificação para a entrada na escola e eles ainda não usam esse método, já que eles querem proteção que implantem uma regra, aí assim eles estariam se prevenindo de algum atentado”, reclamou o homem que não quis se identificar.

A portaria do colégio demorou a explicar o porque da situação, mas depois de muita insistência informou que seriam métodos preventivos vindos direto da coordenação da escola, explicou que seria uma forma de segurança adquirida após ao massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, que deixou 12 alunos mortos.

A Secretaria e a Fundação Municipal de Educação de Niterói (SME/FME) informaram em nota que se trata de uma medida preventiva e correta, visto que no interior das unidades escolares devem circular apenas professores, funcionários, alunos e pais devidamente identificados.

ZooNit x Ibama Abaixo-assinado é feito por escolas da região a favor do Zoológico.


Texto: Bárbara Grebe 
Foto: Alex Slaib

A manifestação pelo não fechamento do espaço Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit), aconteceu nesse último domingo no Horto do Fonseca. O protesto teve início às 9h da manhã de domingo e só terminou por volta das 15h. Mesmo com o tempo chuvoso, cerca de 400 pessoas fizeram parte desse ato de solidariedade. Visitantes de São Gonçalo, Maricá e Itaboraí compareceram levando cartazes de cartolinas desenhadas, com ilustrações de animais e o pedido de permanência da instituição.

De acordo com Giselda Candiotto, diretora do ZooNit, mais ou menos 100 crianças estiveram no local e realizaram um abaixo-assinado com o pedido para que não fechem o Zoológico de Niterói e para que os criadouros e outros zoológicos façam a devolução dos animais retirados ao longo desses últimos meses. Um apelo para salvar a leoa Elza, que foi levada para Brasília no mês de fevereiro também foi realizado pelas crianças que estavam no local. Em declaração, Giselda, informou que 2 escolas particulares do bairro Fonseca, estão recolhendo assinaturas em outras escolas, a intenção desse apelo é para que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não retire os 150 animais que ainda restam no local. 
 
“ Eu estou ansiosa para o resultado da liminar Ação Popular, temos que fazer uma manifestação em frente a 3° Vara de Niterói, na rua Coronel Machado Gomes. Eu peço ajuda em defesa dos nossos animais e do nosso Zoológico”, disse a diretora.

Na última terça-feira ocorreu uma reunião que tinha como intuito discutir o futuro do ZooNit. O secretário municipal de Meio Ambiente de Niterói, Fernando Guidda e o superintendente do Ibama no Rio, Adilson Gil se encontraram para debater as condições atuais do zoológico. Segundo a diretora do ZooNit, a decisão do Ibama é permanecer com a retirada dos animais, cumprindo a ordem do Ministério Público Federal e somente depois dessa ação, rever um novo projeto para a entidade.
Giselda informou, que a entrada no ZooNit será franca até a próxima sexta-feira e que uma nova retirada dos animais está prevista até o fim da semana.

ZooNit pede apoio à GM, Bombeiros e 12° BPM para manifestação que acontecerá no domindo.

Texto: Bárbara Grebe



A Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit) enviou na tarde de ontem um ofício à Secretaria de Segurança, Corpo de Bombeiros e ao 12° Batalhão da Polícia Militar pedindo apoio para que seja mantida a ordem na manisfestação que acontecerá por volta das 9h da manhã de domingo no ZooNit, no bairro do Fonseca. A intenção desse movimento popular é para intervir na retirada dos animais da fundação e o possível fechamento da entidade. No início de abril, uma decisão da 3ª Vara Federal de Justiça de Niterói determinou a transferência dos bichos em até 120 dias. Essa é uma ação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A diretora do Zoológico, Giselda Candiotto, alegou que a sua maior preocupação é a organização do manifesto. "Essa segurança é para que não haja nenhuma confusão e nem tumultos. Será uma reivindicação para que a nossa cidade tenha um Zoológico, a intenção é de proteção aos nossos animais", explicou Giselda.

Na semana passada Giselda enviou um documento à Justiça, pedindo a anulação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas segundo a diretora o documento ainda não foi analisado. Essa liminar sendo aceita, impediria a tranfererência dos animais do ZooNit.

Ibama retira mais 32 animais do ZooNit.




Texto: Bárbara Grebe
Foto: Bárbara Grebe



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) retirou ontem pela manhã mais de 30 animais da Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit). A operação que acontenceu por volta das 10h levou à retirada de 23 tigres d'água, nome dado as tartarugas aquáticas e 9 jabutis fêmeas.
O Ibama comapreceu ao local acompanhado de Ricardo Romanetto, dono de um criadouro particular no estado do Paraná, em Santa Catarina para onde os animais foram levados. O dono do criadouro garantiu que as tartarugas não seriam comercializadas. Os animais foram colocados dentro de uma picape, já preparada para as 12h de viagem. 
 
A presidente da fundação Giselda Candiotto, abriu uma liminar nesta última sexta-feira pela 3° Vara Federal de Niterói para impedir a retirada dos animais pelo Ibama. Segundo a diretora do ZooNit, uma ação chamada "Ação Popular" aberta pelo advogado César Augusto Bittercourt, ainda não foi analisada pelo juiz do Ministério Público Federal, Leopoldo Muy Laerte. 
 
"Não foi julgado o mérito, por isso estamos perdendo todos nossos animais. É a maior injustiça que já vi na minha vida. A educação ambiental que nós fazemos não é mostrada, quando os animais chegam aqui petrolizados também não é levado em consideração, o Ibama não está deixando a gente se defender. Já aconteceu do Ibama chegar com a polícia fortemente armados, eles estão irredutíveis e infelizmente nós só podemos contar com a ajuda da prefeitura e do Ministério Público Estadual, não temos o que fazer para intervir nessa crueldade", reclamou Giselda.

Giselda, acusa o Ibama desses acontecimentos e reclama que não consegue mostrar que o TAC foi cumprido. De acordo com a diretora da fundação, muitas obras já foram realizadas inclusive respeitando ordens do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Uma delas seriam a colocação das placas com nomenclatura dos animais e o guarda-corpo (barra de ferro que distancia o visitante da jaula). 
 
De outubro de 2010 até agora, já foram levados mais de 200 animais gradativamente, restando mais ou menos 180 bichos no local. A primeira leva aconteceu por volta do dia 18, sendo levados apenas os babuínos. Os macacos Penélope, Paulinho e Zonga, estão no Zoológico do Rio, sendo mantidos em setores extras, local não acessível para visitantes. 
 
Segundo o Ibama a ação faz parte da execução do TAC, feito em 2004, aprovada judicialmente no início de abril, que prevê o fechamento da entidade até agosto deste ano. "Estamos cumprindo a lei do Ministério Público Federal", explicou Márcio Urselino, diretor de fiscalização do Ibama.

MANIFESTAÇÃO NO ZOONIT

Neste domingo o ZooNit abre as portas para uma manifestação. A idéia é mobilizar as pessoas e mostrar a importância do espaço. Essa ação vai acontecer pela manhã no Horto Florestal, no Fonseca. A diretora da fundação informa que a entrada será gratuita e conta com o apoio da população inclusive da presença de crianças.

Aconteceu no ZooNit. Clima de tristeza na jaula do leão Dengo.






Texto: Bárbara Grebe
Foto: Arquivo


O leão Dengo está passando por uma crise de depressão após ter ficado sozinho na jaula do ZooNit. A falta de apetite e o olhar triste do animal preocupa os funcionários do Zoológico.
Sua namorada, Elza, foi levada pelo Ibama no dia 15 de fevereiro deste ano para o Zoológico de Brasília. Há cerca de 8 anos o casal de leões vivam juntos e dividiam a mesma jaula. Dengo tem 11 anos e sempre foi muito feroz, desde então ele não apresenta mais sinais de um animal arisco.

  • Em 2004 a leoa fugiu de uma carroça enferrujada de um circo em Rio Bonito, na qual seria sacrificada. Então o ZooNit foi até o local acompanhados de uma equipe médica. Após a autorização, a leoa Elza foi anestesiada e trazida para Niterói. Contou Giselda Candiotto, diretora da fundação.

Prefeitura de Niterói apoia ZooNit na ação contra a retirada dos animais.

Texto: Bárbara Grebe
Foto: Bruno Eduardo Alves


A Fundação Jardim Zoológico de Niterói (ZooNit) pede apoio à Prefeitura de Niterói para intervir na ação de retirada dos animais do local. De acordo com Giselda Candiotto, diretora do zoológico, a Prefeitura informou em declaração que irá permancer mantendo o local. O contrato que existe entre eles, já está em vigor há mais de 20 anos e a verba contínua que abastece o local não será cortada.

O motivo em que o órgão seria fechado, seriam os problemas apontados no último laudo técnico do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que motivou o órgão a pedir a execução do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As causas apontadas pelo Ibama, seriam as irregularidades no local, como sujeiras, convívio de animais domésticos com silvestres, remédios vencidos e recintos inapropriados.

A diretora do órgão informou que está trabalhando com três advogados na defesa legal contra ação do Ibama, onde já deu entrada em uma representação de defesa por vias judicias. O documento enviado ao Ministério Público Federal, ainda não foi analisado. Giselda confirmou um acerto de obras para 2011 que já está sendo realizada no local, explicou que são obras exclusivamente para melhorias no ambiente, beneficiando a acomodação dos animais. As obras que já acontecem hoje no ZooNit pela Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa), é a extensão da área dos macacos e o local dos jacarés que está tendo ampliação e renovação. “Nossos bichinhos são bem tratados, não falta nada, temos espaço pra eles, é um absurdo eles serem levados pra outros locais que não são adequados. Estamos fazendo obras, nosso zoológico não merece essa injustiça” reclamou a Diretora.

Segundo o Chefe da Divisão de Proteção Ambiental, Márcio Urselino, o Ibama está obedecendo uma ação jurídica movida pelo Ministério Público Federal e informou que os animais ainda não foram retirados do ZooNit, pois o Instituto está verificando quais instituições poderão receber os animais.

Uma análise é realizada nos locais, para conferir se há espaço e acomodação para todos os animais. Márcio ressaltou também a probabilidade de levar alguns bichos para fora da cidade do Rio de Janeiro. "O Ibama está cumprindo uma determinação do Ministério Público, não vamos colocar os animais em lugares não adequados. temos que avaliar as condições de acomodação das instituições e a capacidade de recebimento por animal." explicou o chefe da Divisão.

Demora na liberação do documento das obras do PAC no Morro do Preventório.

Texto: Bárbara Grebe


Demora na liberação do documento para a continuidade das obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) no Morro do Preventório, em Charitas, impede nova incursão da
Guarda Municipal ao local. 

Segundo a declaração do secretário de Segurança e Controle Urbano Wolney Trindade, para que ele possa fazer a dirigência no Preventório, ele necessita que os moradores façam uma solicitação. É necessário que a associação de moradores faça um pedido de demolição da garagem irregular que foi construída no local pelos próprios moradores ou que a empreiteira responsável pela obra emita um documento de liberação. A operação que seria realizada há pouco mais de uma semana para a demolição das garagens, não aconteceu, pois segundo o secretário o local está ocupado por bandidos supostamente vindos do Morro da Mangueira no Rio de Janeiro. A liberação desse documento é importante para que a Guarda Municipal volte ao local sem correr riscos, contando com o apoio das Polícias Militar e Federal. 

De acordo com o secretário, as obras são benéficas para os próprios moradores. As obras do PAC são para preservar vidas, a construção de encosta é feita para evitar os deslizamentos no morro. “Se esse documento não sair, eu não volto lá com a Guarda Municipal, ou a empreiteira libera um documento pedindo que eu retire as garagens ou os próprios moradores pedem ajuda. Aí sim eu continuo com as obras, mantendo a preservação e segurança dos moradores do local” disse Wolney.

Vendas de Ingressos para Rock in Rio

 

Texto: Bárbara Grebe
Foto: Bruno Eduardo Alves


A venda do primeiro lote de ingressos para o festival Rock in Rio 2011 começou ontem em Niterói, na Leader Via Center, no Centro. As senhas estão sendo distribuídas a partir das 8h na Visconde do Rio Branco, 511, no quiosque localizado no 2° piso, porém o público só garante a troca após a abertura da loja às 10h. 

Estão sendo distribuídas diariamente 800 senhas também nos 4 pontos de vendas, nos quiosques dos Shoppings Rio Sul, Nova América e Barra Shopping, no Rio de Janeiro. Cada um terá disponibilidade para comprar 4 ingressos por CPF, sendo um meia-entrada. Para a compra do ingresso será obrigatório apresentação do documento que comprove o direito do desconto. Serão aceitos os cartões de créditos Visa, Mastercard, Diners, American Express e Aura. A compra pode ser parcelada em até 4 vezes sem juros.

A quarta edição do evento será realizada no mês de setembro nos dias 23, 24, 25 e 30 e em outubro nos dias 1 e 2, no Parque Olímpico da Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O festival conta com grandes nomes do rock internacional. No Palco Mundo se destacam as bandas Metallica, Snow Patrol e Red Hot Chili Peppers, e também foi confirmado pelo Rock in Rio pela quarta vez “batendo ponto” a banda Guns N' Roses. Os nomes nacionais que aparecem no evento é o de Frejat, Ivete, Milton Nascimento entre outros. 

A organização do evento conta com o apoio de segurança da Guarda Municipal de Niterói, seguranças da própria loja e fiscais do evento para monitorar a movimentação e evitar tumulto . A assessoria de comunicação do evento informou em nota que ainda há ingressos disponíveis para todos os dias do evento e não tem data determinada para o encerramento das vendas.

O Governo do Estado está trabalhando para a liberação de mais recursos para pagamento do Aluguel Social.

Texto: Bárbara Grebe

Vítimas das chuvas de Niterói e São Gonçalo ainda lutam para receber o aluguel social. Moradores que já foram cadastrados e que ainda não receberam o benefício aguardam para uma nova remessa de pagamento. O morador do bairro Fonseca, vítima das enchentes de abril, Eduardo Antônio Silva Cunha, de 61 anos teve sua casa arrastada pelas chuvas e ainda não recebeu a primeira parcela do auxílio. 
 
Segundo ele, o cadastramento já foi realizado e a Defesa Civil já foi acionada pelo menos umas quatro vezes para tentar resolver o problema. O pronunciamento foi que as vítimas aguardassem a publicação oficial dos nomes no jornal, com a data prevista para o pagamento. Eduardo contou que diversas vezes foi encaminhado em outros endereços para a assinatura de um novo convênio, onde recebeu um número de registro e protocolo, mas até hoje não teve acesso ao benefício. “Hoje, estou desempregado, moro em um quartinho com minha filha e a situação está cada vez pior, só tem nós dois pra pagar todas essas contas, e fica complicado depender desse dinheiro e não poder contar com ele” reclamou o morador.

Eduardo contou que no dia da tragédia após o desabamento, ele teve que ser levado à emergência do hospital Lima Azevedo onde ficou internado, levando 11 pontos na cabeça e tendo a mão direita lesionada, onde encontra-se imobilizada e sem movimentação até hoje. 
 
A Prefeitura de Niterói informou em nota, nessa última segunda feira, que está trabalhando desde o ano passado para assinatura de novos convênios com o Governo do Estado para liberação de mais recursos para pagamento de novos benefícios a quem ainda não está recebendo. Se o Estado acatar todos os ofícios enviados serão atendidas pelo benefício do Aluguel Social um total de 6.404 famílias (renovação dos 3,2 mil atuais, mais 800 do termo aditivo e 2.404 do novo convênio solicitado). Ainda em relação ao Aluguel Social, o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira assinou, no último dia 21 de março, um novo termo de cooperação para a continuidade do pagamento do Aluguel Social. O benefício será pago durante mais nove meses até a 3,2 mil famílias, que passarão a receber em conta corrente com cartão magnético. 
 
Este novo pagamento já está sob a responsabilidade do Governo do Estado, e quanto aos moradores já cadastrados que ainda não recebem o auxílio, a Prefeitura informa que devem aguardar a liberação de mais recursos para o pagamento do Aluguel Social.

AMEAÇA : Equipe de Posturas é impedida de demolir garagem no Preventório.

Texto: Bárbara Grebe

A operação marcada para a manhã de ontem com o objetivo de demolir uma garagem irregular, que estaria obstruindo obras de contenção de encostas no morro do Preventório, em Charitas, acabou não sendo realizada. Segundo o secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, pessoas armadas estariam perto do local, o que acabou inviabilizando a ação. Para evitar maiores problemas, a equipe da Fiscalização de Posturas resolveu retornar, já que a área é de difícil acesso, muito alta e íngreme.

Por medida de segurança, Wolney afirmou que a Guarda Municipal fará a próxima incursão, ainda sem data prevista, com o apoio das polícias Federal e Militar, além da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (EMUSA), Companhia de Limpeza de Niterói (CLIN) e engenheiros e fiscais de obra. 

“O local está ocupado por menores infratores e delinquentes, é preocupante colocar nossa esquipe de fiscalização desarmada. A operação vai retornar a ser feita, não podemos perder uma obra do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento], isso se torna ruim para o município” disse o secretário.

O Governo do Estado está trabalhando para a liberação de mais recursos para pagamento do Aluguel Social.

Texto: Bárbara Grebe
Foto: Bruno Eduardo Alves

Vítimas das chuvas de Niterói e São Gonçalo ainda lutam para receber o aluguel social. Moradores que já foram cadastrados e que ainda não receberam o benefício aguardam para uma nova remessa de pagamento. O morador do bairro Fonseca, vítima das enchentes de abril, Eduardo Antônio Silva Cunha, de 61 anos teve sua casa arrastada pelas chuvas e ainda não recebeu a primeira parcela do auxílio. 
 
Segundo ele, o cadastramento já foi realizado e já procurou a Defesa Civil pelo menos umas quatro vezes para a tentar resolver o problema. A resposta era pra que aguardasse a lista de nomes dos cadastrados sair no jornal, com a data prevista para o pagamento. Eduardo contou que diversas vezes foi encaminhado em outros endereços para a assinatura de um novo convênio, onde recebeu um número de registro e de protocolo, mas até hoje não teve acesso ao benefício. “Hoje, estou desempregado, moro em um quartinho com minha filha e a situação está cada vez pior, só tem nós dois pra pagar todas essas contas, é complicado depender desse dinheiro e não poder contar com ele” disse o morador.

Eduardo contou que no dia da tragédia após o desabamento, ele teve que ser levado à emergência do hospital Lima Azevedo onde ficou internado, levando 11 pontos na cabeça e ficou com a mão direita lesionada, onde encontra-se imobilizada e sem movimentação até hoje. 
 
A Prefeitura de Niterói informou em nota, nessa última segunda feira, que está trabalhando desde o ano passado para assinatura de novos convênios com o Governo do Estado para liberação de mais recursos para pagamento de novos benefícios a quem ainda não está recebendo. Se o Estado acatar todos os ofícios enviados serão atendidas pelo benefício do Aluguel Social um total de 6.404 famílias (renovação dos 3,2 mil atuais, mais 800 do termo aditivo e 2.404 do novo convênio solicitado). Ainda em relação ao Aluguel Social, o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira assinou, no último dia 21 de março, um novo termo de cooperação para a continuidade do pagamento do Aluguel Social. O benefício será pago durante mais nove meses até a 3,2 mil famílias, que passarão a receber em conta corrente com cartão magnético. Este novo pagamento já está sob a responsabilidade do Governo do Estado.

Esgoto sanitário entupido na rua Barão de Mauá, Ponta da Areia. Moradores reclamam da falta de serviços básicos.

Texto: Bárbara Grebe



Moradores e comerciantes da rua Barão de Mauá, reclamam da falta de serviços básicos no local. Lama, esgoto entupido, lixos e margens de valas descuidadas fazem parte do dia a dia da comunidade. Os ralos estão entupidos fazendo com que a água fique empossada em um trecho da rua. 

Segundo aos moradores o problema percorre há mais ou menos dois meses e já ocasionou acidentes. Uma senhora ao tentar transitar meio ao esgoto, acabou caindo e sofreu escoriações leves. A água parada traz preocupações aos moradores do bairro provocando mau cheiro por toda parte. O local mais precário da rua está localizado em frente ao número 252, onde existe uma loja de distribuição. Conforme disse o dono da loja San Like, Alex Byan, de 42 anos, são os próprios moradores que tentam amenizar os problemas da rua, dois latões de lixo já foram comprados para armazenar os lixos que ficam jogados pelo chão. As placas que indicam que é proibido estacionar também não são respeitadas pelos motoristas, complicando ainda mais os problemas no local. 

“ Está tudo entupido em frente a loja, nós pagamos os impostos e nada acontece, além de estar tudo largado, é um descaso total. A água está acumulada, estamos com medo da dengue, alguma cosia precisa ser feita” disse o gerente de loja Paulo Ricardo.

Transferência cancelada de Sta Bárbara para Piratininga - Chefe do Distrito de Limpeza: Elano Gomes De Souza

Texto: Bárbara Grebe

Para o contentamento da comunidade do bairro Santa Bárbara foi suspenso ontem o pedido de transferência do Chefe do Distrito de Limpeza Elano Gomes de Souza. O Chefe do Distrito seria remanejado da Secretária Municipal Extraordinária da região de Santa Bárbara, Caramujo e Itioca para a região de Piratininga. Os moradores do local fizeram um apelo ao Vereador Edgar Folly, para tentar evitar esse remanejamento. Os moradores indignados com a notícia procuraram o Vereador em sua residência, para interceder a mudança, preocupado com a transferência do funcionário, Edgar Folly, procurou o Presidente da empresa Clin (Companhia de Limpeza de Niterói), Guilherme Tinôco, para tentar impedir a transferência.

“O Chefe do Distrito tem postura como profissional, é honesto e sempre resolve os problemas da região. Aqui todo mundo gosta dele, todas as demandas ocasionadas pelas chuvas fortes, os cortes de árvores e problemas com entulhos, são resolvidas por ele e levadas diretamente para a empresa responsável” disse o Vereador Folly. 

Elano tem contato direto com os moradores e é muito “querido” nas áreas em que presta atendimento. Além de ser encarregado de verificar a limpeza nas ruas, ele monitora os entupimentos de bueiros. O pedido de transferência era para que o Chefe do Distrito resolvesse os problemas pendentes na região de Piratininga, mas de acordo com os moradores do bairro, esse acontecimento iria desfalcar a equipe de monitoramento que eles tem hoje. A Secretaria Municipal designa funcionários por região, onde Elano também atende as áreas no Morro do Castro e Cova da Onça. 

Conforme informou o Vereador e Secretário Edgar Folly, essas mudanças internas são determinadas pela própria empresa. Após as manifestações dos moradores, foi comunicado pela Assessoria de Imprensa da Clin, que Elano Gomes de Souza irá permanecer em seu posto de atuação por tempo indeterminado.

Aluguel Social atrasado para vítimas da tragédia . Retirada de entulhos e terra no local.

Texto: Bárbara Grebe
Foto: Alex Slaib


Vítimas das chuvas ocorridas no ano passado no mês de abril, ainda reclamam dos atrasos no pagamento do aluguel social. Segundo aos moradores do bairro do Fonseca, um dos afetados, o auxílio não está sendo pago nas datas previstas e sofrendo um atraso de meses. Os moradores que viveram a tragédia estão aguardando a nova remessa de cadastramento para receber o benefício, que seria pago pelo período de dois anos.

A dona de casa Maria Madalena da C. Delfino, de 60 anos, morava em uma casa na Rua Federal José Leomil, que foi condenada após as chuvas. Depois de perder a casa, hoje ela vive de aluguel em uma casa com 12 m² em um bairro próximo ao Fonseca. A despesa atual mensal, é de R$ 300,00 para custear as contas de água e luz. Conforme contou a pensionista, existem pessoas que até hoje não receberam o pagamento do aluguel social. A situação é a mesma para a aposentada Siléia P. Araújo, de 81 anos, que até hoje não teve acesso ao benefício. “Já estou cansada de esperar uma solução, e não recebi nada do governo até hoje, faz um ano que venho pedindo ajuda e continuo em área de risco sem poder fazer nada” reclamou a moradora da Rua Gerônimo Afonso, também no Fonseca.

No local, as imagens de demolição das casas interditadas, telhados e escombros provocando aglomerações de água suja de lama, capim e terras jogadas pela rua ainda estão vivas. A pensionista Maria Madalena, possui um laudo com dados e imagens das casas destruídas, no qual já deu entrada na Defesa Civil, para a limpeza no local.
“Eu gostaria de saber o porquê de não limparem a nossa rua, esse serviço já foi feito em outros locais, e aqui até agora nada. Tá tudo encostado no meu muro e eu vou ter que pagar mais de cem reais para a retirada dos entulhos, onde isso deveria ser feito pela Prefeitura” reclamou a moradora.

A Prefeitura de Niterói informou em nota, que a previsão para que a dona de casa Maria Madalena possa retorne à sua residência é até o mês de maio. Com relação ao pagamento do Aluguel Social, a Prefeitura informou que este, passou a ser responsabilidade da Secretaria Estadual de Assistência Social, desde a data da assinatura do novo convênio entre o Estado e o Município de Niterói, realizada no último dia 21 de março. Quanto à retirada dos entulhos das ruas, a subsecretaria Municipal de Serviços Públicos informou que os resíduos das casas demolidas no local não foram retirados por medida de segurança e de preservação da vida das pessoas, à fim de evitar novas construções no local até que seja tomada uma solução definitiva de remanejamento das pessoas que ainda residem em áreas de risco na cidade.

Águas Niterói – Depoimento Especialista

Texto: Bárbara Grebe


De acordo com o Professor de Saneamento Ambiental da Universidade Federal Fluminense (UFF) Dário Prata, de 53 anos, existem agentes patogênicos (bactérias, vírus e fungos) de todos os tipos na água que estava sendo tratada na Estação de Tratamento de Esgoto.
O especialista explica que não há a possibilidade de contato entre a água contaminada e as residências, desde que ocorra o monitoramento na rede de distribuição. 

Para evitar contato com esse efluente contaminado, o sistema de tubulação que abastece as casas com água potável, tem um processo de pressurização impedindo a passagem da água não potável. Por isso é necessário o monitoramento desses tubos, para evitar problemas de manutenção. 

“A Águas de Niterói vai precisar monitorar esse processo rigorosamente para que não aconteça esse tipo de vazamento. A água do esgoto depois de tratada, só é reutilizável para sistema de irrigação de jardins, trabalho de limpeza e lavagem de ruas. Caso exista contato com a água contaminada, é necessário descartar móveis e utensílios atingidos, para evitar maiores riscos de infecções”, afirmou o professor.

Rua Recreio da Fonte em Itaipu, com muitos buracos e dificultando passagem de pedestres.

Texto: Bárbara Grebe

Moradores da Rua Recreio da Fonte, em Itaipu, reclamam da falta de estrutura da rua, que já estaria tomada de buracos, esgoto a céu aberto e toda a extensão sem calçadas. Apesar de pequena, os moradores garante que a via é de bastante movimentação de veículos e pedestres. 

O cadeirante e vendedor André Gomes de Aquino, de 33 anos, já sofreu dois acidentes ao tentar transitar pela rua com a cadeira de rodas, que acabou tombando em um dos buracos. O vendedor teve escoriações no rosto e nas mãos. Segundo ele, foram feitas inúmeras denúncias na ouvidoria da Prefeitura e ainda reclamações na Emusa, mas até agora nenhuma providência foi tomada no local. A preocupação dos moradores é que a situação se agrave e os buracos fiquem ainda maiores. 

Além da falta de estrutura, as reclamações sobre a retirada dos lixos também são constantes. A comerciante Maria Nicodemas, de 55 anos, reclamou que somente 3 vezes por semana é feita a coleta de lixo, segundo ela a rua não é varrida por falta de saneamento. “Quando chove a água fica parada, agora nessa época, é difícil não se preocupar com a dengue” contou a moradora. 

No último dia 8, os moradores instauraram um processo na Secretária de Saúde para que a situação seja resolvida, mas ainda aguardam pelas respostas.

A Prefeitura Municipal de Niterói informou que a Rua Recreio da Fonte, já está rua está incluída na programação de obras da Empresa Municipal de Moradia e Saneamento (EMUSA), mas não anunciou previsões de início das melhorias.


Banca retirada do local.

Texto: Bárbara Grebe

A Secretaria Municipal de Segurança e Controle Urbano retirou no início da tarde de ontem, por volta das 14 horas, mais uma banca de jornal que estaria abandonada há mais de um ano na Rua Visconde de Itaboraí, esquina com a Feliciano Sodré, no Centro. 

Através de uma denúncia feita por um morador da região, o aposentado Nivaldo dos Santos, de 83 anos, ao Jornal A TRIBUNA, a banca que estava abandonada, teria se transformado em um mictório. Segundo ele, inúmeras pessoas que passavam ao local reclamavam do mau cheiro e que a localidade estaria virando um depósito de lixo, já se tornando um transtorno para os vizinhos da banca e demais pedestres. Segundo uma funcionária da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN), diariamente eram retirados mais de 10 sacos de lixo dos arredores da banca, até fezes humanas foram encontradas.

Depois de notificados, ainda pelo final da manhã de ontem, a equipe de fiscalização conseguiu um documento de apreensão para a retirada da banca. No entanto, manobristas do caminhão munck tiveram dificuldades na hora da remoção da estrutura, que por conta de uma grande quantidade de fiação elétrica que estava caída na parte de cima da banca, podendo ocasionar um curto-circuito. Já no final da tarde de ontem, a Ampla enviou técnicos no local para resolver o problema com os fios.

De acordo com o chefe das fiscalizações de posturas, Eugênio Melo, em 2009 as esquipes realizaram um mapeamento através do sistema de GPS, de todas as bancas instaladas na cidade. O total é de 250, com as documentações em dia, estando todas demarcadas pela dimensão e o posicionamento nas calçadas. Quaisquer denuncias com relação aos casos poderão ser denunciadas pelo telefone da Secretaria, através do número 2719-5986. A banca retirada foi levada ainda ontem, para o depósito municipal, no bairro do Barreto.



Continuam as rachaduras em residencias no Ingá.

Texto: Bárbara Grebe    e Luana  Souza

Moradores do bairro do Ingá, ainda sofrem com os problemas de rachaduras ocasionados pela construção de cinco obras que acontecem à todo vapor no entorno das Ruas Pereira Nunes e Nilo Peçanha, há mais de um ano. Conforme publicado há cerca de 3 meses, em A TRIBUNA, o problema já vinha sendo reclamado por pelo menos 10 moradores da rua.

Desta vez, outras 5 casas de uma vila, na rua Pereira Nunes já estão expostas aos riscos. Nas paredes, inúmeras rachaduras, infiltrações, enquanto os pisos dos quintais, já ameaçam afundar e se desprender das paredes. O aposentado Pedro Américo, de 60 anos, morador há 15 anos da vila mais próxima das construções, no número 121, é mais uma vítima das rachaduras e trincas causadas pelas constantes obras no  bairro.

Indignado, o aposentado contratou por conta própria um especialista em engenharia civil para avaliar os danos e os possíveis riscos nas residências. Na avaliação, realizada no início deste mês, o engenheiro José Bedran Simões, acompanhado de outro engenheiro que seria da própria construtora Cyrela, César Pinto, informaram que não há dúvidas de que os danos foram provocados pelo acúmulos das construções.
Segundo os vizinhos da obra, a empresa teria se prontificado a arcar com os prejuízos dos moradores, tendo apresentado uma planilha para que os mesmos fizessem um orçamento do total de custos que eles teriam com a reforma das casas. Segundo o aposentado, que acompanhou de perto as visitas técnicas dos engenheiros, o motivo causador das rachaduras seria uma escavação feita para realizar o rebaixamento de lençóis freáticos para baixar o nível da água, agravados pela técnica de grauteamento (que é a abertura de buracos no solo para a injeção de concreto em alta pressão com brocas). "Infelizmente não tem uma legislação que impeça a realização da obra, mas o ideal seria que fizessem um estudo geológico, para que fossem identificados os impactos ambientais e só então fossem dadas as liberações para iniciarem as obras", reivindicou o aposentado.

Além dos transtornos, os moradores reclamam ainda da falta de segurança no local, também  prejudicada por conta da obra vizinha à vila. Há menos de 2 meses, bandidos teriam invadido três das residências, através da obra, que por não estar cercada por tapumes, possibilitou o fácil acesso pelos fundos das casas. Os assaltantes conseguiram levar 1 aparelho Ipod, uma máquina fotográfica e uma quantia em dinheiro. Há quatro meses, três moradores da mesma vila que tiveram as casas bastante afetadas, estão  morando de aluguel em apartamentos de Icaraí, todos custeados em contrato pela Cyrela. "Os problemas e as fissuras nas paredes só estão aumentando a cada dia. Nos prometeram que a partir da construção da terceira lage do edifício eles cessariam com a retirada de água do lençol freático. O prédio já está todo erguido e até agora nada aconteceu. Não somos contra a construção predial, só não aceitaremos nossas casas com remendos", afirmou Américo.

Conforme explicou o aposentado, já foram realizadas 3 reuniões entre os moradores afetados e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA-RJ). Através de um laudo emitido no dia 12 de dezembro do ano passado, informando que as vítimas deveriam procurar por conta própria seus direitos na justiça. “O resultado foi muito vago, esperávamos que eles dissessem as reais causas dos danos, fossem eles pelo batimento das máquinas bate estacas ou pelas alterações no lençol freático”, reclamou.

Na mesma Pereira Nunes, os condomínios Palais Royal, Nouvele Residence e as casas de números 72, 74 e 100 também sofreram o abalo das obras. Em alguns deles a caixa de força já apresentam trincas, os tetos estão com infiltrações e os pisos de entrada sofreram abaulamento (rebaixamento e desnivelamento do chão). Uma casa dos fundos de uma vila acabou interditada e a Igreja Católica Nossa Senhora das Dores, que fica na rua de trás, já apresenta rachaduras em toda a parte da cozinha. De acordo com os moradores, pelo menos 5 processos já foram instaurados em Juizados Especiais e no Ministério Público.

Além das cinco obras realizadas no local, outras duas construções já estão previstas para iniciar nos próximos meses. Desta vez comandada pela construtora Niskier, que chegou a comprar uma casa no número 133, ao lado do terreno, futuramente demolida para expansão da obra.

A Prefeitura de Niterói informou através de um laudo das equipes de engenharia da Defesa Civil, as casas de números 92, 96, 100, 101 e 104, onde foram encontradas uma  grande extensão de rachaduras de até quase 2cm, não apresentavam riscos de desabamentos. Eles informaram ainda, que a emissão do laudo teria ocorrido em um prazo de 90 dias desde a primeira visita técnica, em dezembro do ano passado. Além disso, o engenheiro do órgão teria feito uma visita às obras e afirmou que todos os documentos das construções e os procedimentos estavam corretos.